[Ou congela, ou se consome logo. Agite antes de usar.
E essas comparações estão ficando tão de baixo nível.]
Vou pintar as árvores de vermelho...
vou passar batom nos boticários, vou botar minhas roupas do avesso...
vou pular a cerca e usar um martelo
Vou dizer sim todas as vezes que me perguntarem,
e vocês têm um dia!
Vocês têm um dia!
E que dia tenho eu ?
Vou fazer chocolate como fazem café
e vou acender fósforos quebrados e lascados só porque o olhar da espera arde, arde, arde...
Eu vou.
E que dia tenho eu ?
as perdas de ontem,
armadilhas de hoje,
... ?
incerto, nada se sabe. Wasabi.
raíz forte, então me puxa pra ver se eu saio ou se me perco ou se protejo ou se ... ou senão.
cenão.
Então você tem a idéia. E várias idéias se agregam à ela.
Então você vai decidindo por essas idéias, como a história deve ser, datas, lugares... a maioria dessas coisas saem no sorteio.
E a história... nunca... termina...
Nada de concreto, tudo mole feito areia!
o clímax é uma perdição.
No mau sentido.
Sinto muito. Essa mania louca de criar clímaxes e de fazer uma novela mexicana desprezível.
Acontece, e eu preciso saber controlar ou vou sofrer tanto quanto protagonista.
Não sei mais o que minha outra personalidade-dominante trama para mim, como diretor dessa comédia-romântica-trash-mexicana.
Passa-se o ponto.
Alguém ?
A gula engole. Em goles, de grão em grão.
Mas já que é gula, talvez devesse ser um olho maior que a barriga
e a barriga estufada, e isso é totalmente fora de cogitação para protagonistas.
Isso sem falar que se diz comer a vida com a colher grande!
"Isso é só o começo", PF!
Então imagina o clímax!
diretor LOOOUCO.
Ainda dizem que é só preciso trabalhar com imagens.
Eu só preciso de não-imagens,
- Oi, tudo bom, Sr Retrato ? Gostaria de saber se você é de verdade.
Se a Mona Lisa viveu, ninguém liga.
A mulher do BBB, todo mundo esquece...
mas quem inventa clímax, sempre aparece!
clímax morto, HA, mas que ironia
e que necrofilia.
terça-feira, 29 de julho de 2008
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2 comentários:
o retrato é de verdade. O que está lá pode não ser necessariamente a pessoa que posou, mas com certeza é a pessoa que o pintor viu. E mais nada.
talvez meu post tenha sido sim um tanto radical. Mas ainda acho que é possível sobreviver =]
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