Modus Operandi - Quando tudo cai em silêncio e sensações

Destruição de toda a gente com a novela.
Meu minuto de silêncio, murmúrio e anestesia é distância, pedido de socorro dos mil golpes naturais aos quais a carne é herdeira. Da agressividade da rotina quando rói o emocional e praticamente força a insensibilidade. Não mais pedido de consolo, mas sempre muito cheio de possibilidades.
A visão periférica, cansada.
A compensação deste pêndulo monstruoso e imutável, que vem engolindo tudo, na tentativa de formar peso suficiente para alcançar um centro.
Tudo isso que pode ser ouvido se você simplesmente entrar em estática para compreender as forças que te movem.
E questioná-las.

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domingo, 10 de agosto de 2008

Drama de Pisciano

E então Romieta casou com a Julião e os dois casaram e tiveram filhos, pagaram contas e respiraram poluição.
Ao menos a tragédia morre aqui e não segue vivendo.
Mas acho que o mundo está ficando deprimido com a falta de sua luta, o jeito bonito que seu rosto suado e cortado ficava na luz da escuridão.
O que sobrou foi o tédio. O tão esperado foi conquistado, não há mais novela para assistir, e motivos para sentar-se esperançoso na ponta do sofá se foram. Acabou-se a inspiração, só sobra... o que sobra ?
Ao menos a tragédia morre aqui e não segue matando.
Ao menos não sobra tragédia.
Ou talvez a maior delas.

[e eu queria pesquisar sobre Otavio Augusto antes de escrever sobre agosto.]

2 comentários:

Anônimo disse...

drama de pisciano é assim, sem glitter, sem comédia...
E você, aceita ser a legítima vontade?...
Foi o que pensei.

Anônimo disse...

alô.
eu queria um provolone com pepperoni e porpetone
(até esqueci o que ia postar, tia)