Modus Operandi - Quando tudo cai em silêncio e sensações

Destruição de toda a gente com a novela.
Meu minuto de silêncio, murmúrio e anestesia é distância, pedido de socorro dos mil golpes naturais aos quais a carne é herdeira. Da agressividade da rotina quando rói o emocional e praticamente força a insensibilidade. Não mais pedido de consolo, mas sempre muito cheio de possibilidades.
A visão periférica, cansada.
A compensação deste pêndulo monstruoso e imutável, que vem engolindo tudo, na tentativa de formar peso suficiente para alcançar um centro.
Tudo isso que pode ser ouvido se você simplesmente entrar em estática para compreender as forças que te movem.
E questioná-las.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

[ Screenager / FightClub / Piercing ] Por que o pêndulo oscila ?

Pepperonis :D

Nunca mais a velha chama,
nunca mais o céu do lado,
disneylândia, Eldorado,
vamos nós dançar na lama.

carne viva atrás da pele.
Me conheço como a palma
da platéia calorosa.
Eu vi o calo na rosa,
eu vi a ferida aberta,
eu tenho a palavra certa
pra doutor não reclamar.

Não me diga que me ama,
não me queira, não me afague,
sentimento, pegue, pague
emoção compre um tablete
mastigue como um chiclete,
jogue fora na sarjeta.

Compre um lote do futuro,
cheque para trinta dias,
nosso plano de seguro
cobre a sua carência
eu perdi o paraíso
mas ganhei a inteligência,
demência, felicidade,
propriedade privada.
Não se prive, não se prove,
don't tell me peace love.
Tome logo um engov
pra curar sua ressaca,
da modernidade,
essa armadilha,
matilha de cães raivosos e assustados.

O presente não devolve
o troco do passado,
sofrimento não é amargura,
lugar de ser feliz não é supermercado.

Nas alturas, nas alturas,
onde tudo é nobre
e tudo tem nome.
Onde os cães só ladrem
para saudar a fome.

Sempre vai haver
uma escada de serviço.

Quem não quer suar camisa
não carrega mala.
Revólver que ninguém usa
não dispara bala.
E não se fala mais nisso
Mas nisso não se fala.

Who's so phoney and
always surrounded ?
Stop your screaming,
no one can hear.
All the scars on your skin
"post no bills"

Who you were
You're so beautiful
Remember who,
who you were

Hide from the mirror,
the cracks and the memories.
Hide from your family,
they won't know you now.

For all the holes
in our souls
host no thrills

Who you were
You're so beautiful
Remember who,
who you were


- Babaca. Cego. Ridículo, ridículo, ridículo. Você não sabe calar a boca ?
- Calar a boca ?
- Por que você nunca cala a boca ? Ninguém mais quer ouvir essas porcarias que você luta tanto consigo e com os outros para dizer. Vê se se enxerga.
- Não sou ridículo.
- As pessoas estão rindo exatamente DE você, é claro, por que mais ririam ? Suas piadas são péssimas.
- Pareciam gostar das minhas piadas...
- Você é uma companhia desprezível e dispensável. Ridículo. Estão com você mais pra rir de você do que qualquer outra coisa. Eles são tão superiores! Como você esperava que te tratassem ?
- Como gente...
- Como gente ? Eles são orgulhosos demais pra te tratar como gente, vê. Vá beijar seus sapatos para mostrar que é uma boa subordinada.
- Mas não sou subordinada.
- Não presta para ser qualquer outra coisa.
- Mas é claro que presto.
- O que, então ? Se não é boa pra fazer piadas, se não consegue tirá-los da fossa e eles só ficam contentes com favorzinhos, então você não é nada além disso.
- Ficam felizes com outras coisas!
- O quê ?
- Ah... agora não lembro... mas ficam! Outro dia disseram que gost...
- Estavam mentindo, não é óbvio ? Eles têm pena de você. Eles te acham tão desprezível que ficam tentando concertar pelo menos a sua tristeza. Porque os ignorantes merecem pelo menos a felicidade.
- Ignorante ?!
- Ignorante. Cega. Mimada. Nossa, como você é mimada, chega a ser insuportável. Nananão! Nem tente contradizer, sabe por quê ? Porque isso só vai provar que você é mais mimada que pensavam.

- Olha só que tragédia. Não entenderam de novo.
- Será que eu devia ser menos complicada e simplesmente normal ?
- Normal ? Bom, aí vai acabar tudo de surpreendente em você, não ? Você vai virar nada mais interessante que uma bela árvore como todas as outras em todos os lugares. Não adianta tentar se achar uma grande artista. Tempestade em copo d'água não é muito uma tragédia. Essas suas tentativas de seguir qualquer carreira ou dom são infrutíferas. Mesmo que você tenha qualquer dote, é tarde demais. Aposto que não vai dar certo.
- Mas eu me sinto bem falando isso tudo.
- E de que adianta escrever se não há quem leia ?
- Gah. Eu quero.
- Mimada.

- Não vá dizer que se achou bonito com essa roupa. Claro, é bem a sua cara. "Olhe para mim tentando crescer e criar meu próprio estilo". Se isso fosse próprio, você não teria copiado de todos os lugares.
- Mas não foi por cópia!
- Ah, você quer que eu concorde ? Tudo bem. Mimada é mimada.

- Você está achando essa frase o máximo, não está ?
- E se estiver ?
- Bem, é bem o que parece. Já perdi a conta de quantas vezes contou só nas últimas duas horas. Você engoliu um gravador ? Ha. Uma pergunta diferente e você já não sabe o que dizer. Sabe o que vai acontecer ? Sabe ? Sabe o que vai acontecer ? Ei, estou falando com você! Você vai se irritar, e fazer aquela sua cara estranha. Daí vai ficar soltando o ar pelas narinas, é, bem assim. Vai achar que baixou as sobrancelhas, mas só espremeu os olhos. Vai travar a mandíbula e causar uma baita duma dor depois, que você vai ver e comentar com umas outras vinte pessoas. Daí, daí você vai ver o quão irritada ficou e essas pessoas vão ouvir você bolar umas respostas pra mim, caso eu volte a te provocar. E essas respostas vão ficar jogadas no armário. E então, daqui a alguns meses, em uma discussão que não tem nada a ver com essa, você vai simplesmente tentar encaixar aquelas frases de efeito de qualquer jeito. E sabe o que eu vou fazer ?
- Você vai rir.
- Pois é, vou rir bastante, que nem aquele garoto fez na sétima série. Bom, não tanto quanto a da sexta, não é verdade ? Ah, olha só, narinas de novo.
- Pois é, não é ?
- Pelo menos antes você achava que era o máximo toda se defendendo com argumentos ridículos. Agora você se poupa de se irritar como se irritava e começar a gritar e correr atrás de um garoto durante meia hora pela escola inteira porque seu dia foi ruim.
- Aquele garoto nunca mais disse um 'A'.
- Na sua frente, só se for. Você ainda se orgulha ? Mas parece que você prefere assim.

- Muito bem. Realmente. Muito bem. Devo bater palmas agora ? Foi um trabalho realmente muito bem feito.
- Não foi intencional.
- Pois é, incapazes só conseguem fazer coisas bem-feitas ao acaso.
- Bem-feitas, você acha ?
- É, minhas expectativas tiveram que baixar com você.

Viu como é irritante ?
Daí eu parto pra opinião alheia.

Aconteceu que eu gritei. Talvez devesse falar mais alto ou dar mais ordens para não gritar e compensar de alguma forma. Não que tenha sido bom, mas foi bom.

Não sei, tem alguma coisa mágica em sentir que as pessoas estão com medo de você.
King of Spades, a ruthless tyrant ?! HAH!

Se eu tenho um Tyren ? Digo, Tyler ?
De fato, tenho.
O que há de tão diferente nas pessoas com quem convivo ? Sabe, estavam tempos tão bons de calmaria. Longe de mim, sombra. Estou longe de novo.

Mas vale matar um rei ? Vale sujar as mãos de sangue ?
Suponho que não. Então eu calo.
Que eu me cale menos.
E use menos ouvidos de penico.
Oh, que eu não assuma a forma da sombra, por favor, por favor.

Essa gente do Oeste.

Talvez eu deva procurar uma maçã envenenada e dormir cem anos.
Da sede de quem não quer se afogar.

Porque o vento
é o ar em movimento.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Enquanto o pedido não chega



http://www.fotolog.com/para_lhamas

O centésimo quinquagésimo terceiro melhor amigo do homem. E subindo.



segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Septemburn - mit dem herzen denken

A primeira coisa curiosa sobre Setembro.
Se eu fechar meus olhos ainda ouço vocês cantando, a guitarra, o piano. A menina entrando no lugar da outra, todas cantando, como se fosse uma banda de refrigerante. Eu lembro de perder meu fôlego ouvindo os acordes e logo compensar meus sonhos com realidade.
- Quê ?
E me trouxeram sonhos.
Muitas vezes o que se programa nem de longe dá certo, e puxa, eram tantas coisas contra. Podemos dizer que era Deus e o mundo.
E eu achando que vocês queriam me apresentar um menino.
"Meio que", o que diabos tem um show a ver com um menino.
Eu lembro de ter pensado "Puxa, será que eu devo me permitir chorar?". Eu lembro do tecladinho de vocês.
Das Meninas do Sol.
Vocês queimaram tão forte e queimaram tanto contra as nuvens.
Lembro do suspense me matando, de ter suspeitado certo, e me atirado realidade de novo.
Lembro de uma feira de vaidades depois daquilo, e por alguma convicção minha, me senti torpe. Por um botão pressionado de sobriedade permanente, não pude me deixar levar. Talvez porque me levava muito a sério.
Acontece que um desejo vinha latente nesse mês. Um desejo vinha latente. Dois. Um desejo só e milhares de formas de se concretizar.
Eu queria independência e ao mesmo tempo estava sempre de prontidão para perdê-la para sempre. Queria que esse desejo se terminasse, porque era minha sentença de sono, porque era uma droga que somente matava: era a abstinência. Eram olhos fechados e o dia virava noite. Eu perdia minha dicção como que sob qualquer efeito. Mas era desafeto. Perdia minha direção.
Por que criticar o cavalo, pobre coitado ?
E daí que você está se lamuriando mais pra Showbiz que pra Sunburn, que você já superou o trauma do Sunburn, e daí ? Se o mar virar sertão...
Talvez não deva explicação alguma a vocês, talvez esteja simplesmente tentando me libertar de uma voz sóbria que me diz que devia ter dado mais valor. Eu estava morta demais para aquilo.
Uma rosa morta no deserto, certamente que não vibra com o sol.
Não era mesmo questão de se permitir. Posso dizer que não. Já estava seca.
Pois bem, aqui está, voz. Sua grande explicação. A dor no meu peito de saber que a banda desmanchou. Havia de acontecer, cedo ou tarde. Mais avisos, menos avisos. Não era questão de sorte, e sim, de tempo.
Talvez um dia desses eu pare no meio da rua e me lembre e a realidade, a VERDADEIRA realidade me atinja no rosto. E eu grite.
E talvez o grito tenha saído calado naquele dia.
Por que vocês fizeram aquilo tudo, nem sei direito. Depois fiquei sabendo de intriguinhas, mas todo esforço tem intriguinhas.
Então algo perfeito com trincos. Um cavalo que eu não soube apertar os flancos.
Que desandou.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

"Algo está a apodrecer neste Pepperoni."

É, voltemos com as letras de música.
Essa eu duvido muito que qualquer ser-humano na terra consiga saber de quem é. Ok, da maioria da terra.
Don't ever come if you'll go again

We fed up
We became well-behaved
In this rain
Enough,
we are soaking wet.

We became road,
we disappeared
The ones who corroded on this road,
always have been us
always have been us.

While ones're passed through me
there was only you,
the one who makes angels envious.
Don't ever come if you'll go again.
You mousy ice piece.
When your time comes,
you will melt.

Once we bloomed,
once we wanted.
We've wanted for years,
we became one breath
Once we existed
Once we non-existed
The ones who corroded on this road,
always have been us,
always have been us.


Tá, tudo bem que eu gosto de ônibus, né. Mas não exagera.
- Dois travecos.
- Um bêbado que tossia arrotando [?].
- Um cara que gostava de uma música de pagode de corno e fez questão de compartilhar esse fato colocando o celular no máximo e reproduzindo a música de novo e de novo e de novo pro ônibus inteiro ouvir.

E talvez o resto dos passageiros que eu não lembro se chamaram minha atenção ou não. Tantas pessoas ... E no final dia o que me resta é irritação. Muita irritação. Então vamos lá, chega de ouvir papo de garçom que quer reclamar da vida.

E o livro se diz "Hamleto."
E acentua êle.
Hahahahaha.

"- [...] mas meu tio-pai e minha tia-mãe se enganaram.
- Em que, senhor ?
- Eu só fico louco quando o vento sopra nornoroeste; com vento sul, distinguo perfeitamente um falcão de uma garça."

"Sou orgulhoso, vingativo, cheio de ambição, e disponho de maior número de delitos do que de pensamentos para vesti-los, imaginação para dar-lhes forma ou tempo para realizá-los."

[isso é digno de orkut. me dêem algumas semanas.]

"Pois não será monstruoso ? Este ator pôde,
numa simples ficção, num sonho apenas
de paixão, forçar a alma aos seus preceitos,
a ponto de fugir-lhe a cor do rosto,
marejarem-lhe, a voz tornar-se trêmula,
e toda a compostura conformar-se
às suas influições. Tudo por nada,
por Hécuba!
Que é ele de Hécuba, Hécuba que é dele
para chorar por ela ? Que faria,
se tivesse, como eu, deixas violentas?
Inundara de lágrimas o palco,
rasgara o ouvido a todos com seus gritos;
assombrados deixara os inocentes,
insanos os culpados, confundidos
os ignorantes; sim, deixara atônitos
os sentidos usuais da vista e ouvido."

"Ser ou não ser... Eis a questão. Que é mais
nobre para a alma: suportar os dardos
e arremessos do fado sempre adverso,
ou armar-se contra um mar de desventuras
e dar-lhes fim tentando resistir-lhes?
Morrer... dormir... mais nada... Imagine
que um sono põe remate aos sofrimentos
do coração e aos golpes infinitos
que constituem a natural herança
da carne, é solução para almejar-se.
Morrer... dormir... dormir... Talvez sonhar...
É aí que bate o ponto. O não sabermos
que sonhos poderá trazer o sono
da morte, quando alfim desenrolarmos
toda a meada mortal, nos põe suspensos.
É essa idéia que torna verdadeira
calamidade a vida assim tão longa!
Pois quem suportaria o escárnio e os golpes
do mundo, as injustiças dos mais fortes,
os maus tratos dos tolos, a agonia
do amor não retribuído, as leis morosas,
a implicância dos chefes e o desprezo
da inépcia contra o mérito paciente,
se estivesse em suas mãos obter sossego
com um punhal ? Que fardos levaria
nessa vida cansada, a suar, gemendo,
se não por temer algo após a morte -
terra desconhecida de cujo âmbito
jamais ninguém voltou - que nos inibie
a vontade, fazendo que aceitemos
os males conhecidos, sem buscarmos
refúgio noutros males ignorados ?"

"- Que a luz e o sol nos dêem jornadas, sem que as rosas do amor fiquem fanadas. Mas tão cansado te acho e tão mudado da alegria primeira, certo, o estado normal em ti, que o susto ora se apossa de mim, sem que isso, aliás, turvar-te possa, pois o amor, na mulher, se casa ao medo: ou grandes até o fim, ou morrem cedo. Já dei prova de ser, no amor, constante, mas se o amor é tranqüilo, o medo é instante; um grande amor nos sustos se confirma; crescendo o medo, o amor também se afirma.
- Muito cedo deixar-te me é forçoso, que me oprime a fraqueza. No formoso mundo tens de viver, sempre acatada, porventura escolhida e muito amada por um segundo...
- Basta! Basta! Um feito de tal negror me condenara o peito. Só se alegra com outro companheiro quem foi causa da morte do primeiro. O interesse mesquinho, nunca o amor, do segundo consórcio é o causador. Fora o esposo matar do mesmo jeito a cada beijo do outro no seu leito.
- Sei que és sincera; mas é bem freqüente não cumprirmos a jura mais ardente. Da memória a intenção é simples serva; forte ao nascer, o tempo a não conserva; fruto que está no galho por ser duro, para cair por si quando maduro. Parece necessário que no olvido se atire o que a nós próprios é devido. O que a paixão concebe de perfeito, suprimida a paixão fica desfeito. A violência da dor ou da
alegria com sua própria atuação não dura um dia. Onde o prazer se exalta a dor se encolhe; um nada a dor extingue e o riso tolhe. O mundo passa; é natural, portanto, que com a fortuna o amor se altere tanto; pois é problema que ainda está sem norte, se a sorte guia o amor, ou o amor a sorte. Cai um dos grandes, somem-se os amigos; sobe um pequeno, adulam-no inimigos. Daí ligar-se o amor sempre à fortuna; tem amigos quem nunca a outro importuna; pois quem ao falso amigo pede, vê-se de um imigo aumentado, sem que o cresse. Mas, para terminar pelo começo, entre a vontade e a sorte há sempre empeço. Nossos planos são frutos só do acaso; a idéia é nossa; os fins, de cada caso. Não digas que de novo não te casas; morto o esposo, o propósíto bate asas.
- Que a luz o céu me negue; a terra, o pão; a noite, a calma; o dia, distração; que a esperança se mude em desespero; penitência no cárcere é o que eu espero. Que quanto enturva o rosto da alegria se me antolhe a afligir-me noite e dia. Repudiada seja eu por todo o povo, se, chegando a enviuvar, casar, de novo."

Quem sabe Lhamalet.

domingo, 10 de agosto de 2008

Drama de Pisciano

E então Romieta casou com a Julião e os dois casaram e tiveram filhos, pagaram contas e respiraram poluição.
Ao menos a tragédia morre aqui e não segue vivendo.
Mas acho que o mundo está ficando deprimido com a falta de sua luta, o jeito bonito que seu rosto suado e cortado ficava na luz da escuridão.
O que sobrou foi o tédio. O tão esperado foi conquistado, não há mais novela para assistir, e motivos para sentar-se esperançoso na ponta do sofá se foram. Acabou-se a inspiração, só sobra... o que sobra ?
Ao menos a tragédia morre aqui e não segue matando.
Ao menos não sobra tragédia.
Ou talvez a maior delas.

[e eu queria pesquisar sobre Otavio Augusto antes de escrever sobre agosto.]