...and love goes snap.
A dor, não de dentro do coração, mas das mandíbulas. Os dois travaram. Há!
Odiei por muito tempo essa parte de mim, o bicho. Aliás, voltei a odiar.
O bom é que é mútuo. A força oscila o tempo inteiro dos dois lados e esse cabo de guerra com muita sorte vira inércia. Uma família.
Que tipo de força os histéricos têm ? Mas os histéricos de carteirinha, pertencentes ao fã-clube dos esquizofrênicos, não disfarçados de.
Ousarei ir mais longe ainda. Que tipo de influência ou impacto poderiam ter ?
Heroína feminina pra mim é mera ficção. Me deliciaria, por outro lado, encontrá-la na vida real, e enormemente mais em mim. Perpetuo aqui minha grande procura pela rainha de espadas, a força que viria do ventre. Mas quando a maior delas tece seu personagem baseado em 'unsex me here', quem sou eu ? Who dares more is none.
Outro motivo seria odiar os esquizofrênicos e desprezar o tipo bruto deles.
Os vilões são todos errados.
É muito fácil agir e falar igual, uma vez que meu orgulho está implorando clemência de tanta esmagação.
... mas isso não me preenche.
Ainda sinto o vento correr por dentro de forma desagradável. E o pior é que desculpas também não preenchem. Vida a 120 km/h na via errada só preenche pela metade, e dependendo da fase é quase nada. O mesmo vale para vida sedentária.
Dom Quixote, cadê a tua espada ?
domingo, 19 de abril de 2009
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Um comentário:
Quem são os vilões, afinal?
E muito prazer, o meu nome é otário.
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