Modus Operandi - Quando tudo cai em silêncio e sensações

Destruição de toda a gente com a novela.
Meu minuto de silêncio, murmúrio e anestesia é distância, pedido de socorro dos mil golpes naturais aos quais a carne é herdeira. Da agressividade da rotina quando rói o emocional e praticamente força a insensibilidade. Não mais pedido de consolo, mas sempre muito cheio de possibilidades.
A visão periférica, cansada.
A compensação deste pêndulo monstruoso e imutável, que vem engolindo tudo, na tentativa de formar peso suficiente para alcançar um centro.
Tudo isso que pode ser ouvido se você simplesmente entrar em estática para compreender as forças que te movem.
E questioná-las.

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Griefing Widow - E segue o peixinho dourado

E é só pra abrir com chave de ouro. Afinal, o começo dourado de cem anos tinha que ter alguma coisa de especial!

Queria ter os colhões de te mostrar os danos.
Queria ter os colhões de me estabilizar em uma só decisão.

Mas afinal, o vento é o ar em movimento e a polpa precisa de algo a lhe empurrar, mesmo que na mínima instabilidade, no mínimo pára-quedas.

Ou seria parapente ? Um planador, quem sabe, a pegar correntes de ar quente ? Ar pesadinho, ahn ?

Que proa que é invencível ? Que proa é essa que nunca esteve no mar senão para terminar em pedaços ? Senão para lembrar de quando podia deslizar sobre aquela superfície sem nunca pagar um preço ?

Que náufrago é esse que delira não com o dia que vai ser tirado da praia, mas quando encontrar uma forma mágica de voltar no tempo ?

Eu sempre disse que sanidade não era a minha praia, vocês que insistiram em me vestir disso e me colocar aqui.

Alguém pode por favor trazer algo não-convencional para acabar com o meu interminável TÉDIO dessa vida barata ? Batuta ?

Eu sempre disse que isso não era minha praia, meu coração mora com o mar!
*Mumble mumble mumble.*

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